Ranking: #106
Evolução no Ranking:
-4
Categoria: Esportes
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Reitero
Há times demais na Série A
Os acessos de Barueri e Santo André confirmam isso.
A temporada do Ipatinga também.
Ano que vem, haverá mais novidade.
O Barueri não tem torcida e história, entretanto a prefeitura o apóia.
O Ramalhão é diferente. Equipe tradicional do ABC paulista, na região da Grande São Paulo, já disputou uma vez a primeira divisão e a Copa Libertadores.
Ganhou, em 2004, a Copa do Brasil diante do Flamengo, em pleno Maracanã.
Mas está longe de ser um time de primeira divisão.
Ao menos um deles deverá fazer o bate-volta.
Sempre defendi 16 equipes na principal divisão.
As passagens de grandes marcas na segundona, ao contrário do que muitos defendem, fortalece o futebol nacional.
A permanência delas lá por muito tempo seria prejudicial.
O Corinthians, por exemplo, tem a segunda torcida do paÃs, a maioria concentrada na região mais rica do paÃs.
Mesmo sem o Alvinegro, estamos vendo o melhor campeonato da curta história dos brasileirões por pontos corridos.
Com menos times, sem dúvida, o nÃvel técnico melhoraria.
Há outras mudanças necessárias.
Campeão da Copa do Brasil não deveria ter vaga na Libertadores.
Uma na Sul-Americana estaria de bom tamanho.
Daria a ele também o direito de disputar um lugar na Libertadores com o quinto colocado do campeonato brasileiro.
Lá embaixo, duas equipes devem cair sem apelo.
A antepenúltima pode fazer o mata-mata diante do terceiro lugar da segundona.
Para a Copa Sul-Americana, que talvez ganhe valor no Brasil se o Inter conquistá-la ( aposto em grandes duelos frente o Estudiantes), vão 4 equipes.
Nada de gelados e chatos confrontos nacionais dentro do torneio continental.
Para resumir, 16 times, 4 vagas na Libertadores, mais uma no mata-mata, 4 vagas na Sul-Americana, uma disputa pela permanência, e dois rebaixamentos certos.
Chegar do primeiro ao nono lugar é interessante.
Ficar entre décimo terceiro e décimo sexto, péssimo.
Sobram, entre os que conseguem algo, e os que se dão mal, 3 agremiações.
Não faltaria emoção.
A chance de vermos disputas parelhas como as do atual campeonato seria maior.
E o formato que privilegia o melhor trabalho, os pontos corridos, não sofreria agressões .
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